quarta-feira, 29 de julho de 2009
Concentração Motard e Queen
Não falo dos outros elementos da banda porque não os conheço, mas gostei do pinipon.
Bom, mas na verdade o que me traz aqui é outra coisa. Chama-se banda larga. À parte disso, há um pormenor no meio disto tudo que é na verdade o que queria aqui deixar.
Ora o dito concerto realizou-se numa concentração motard. Muitas motas, muitos motards, muito cabedal, barbas, pulseiras, cintos de picos, botas com ar de que podem mesmo magoar uma pessoa, mulheres bonitas, mas também com ar de quem pode magoar uma pessoa, cerveja com fartura e tudo o mais inerente a um ajuntamento de gajos que andam de mota. Perdão, concentração motard.
E não é que eu não sabia que era a esse evento que ia assistir?...
Pois é, apareci de calçãozinho de tecido e polo.
Resultado?
Medo!
Mas correu bem...
quarta-feira, 8 de julho de 2009
O fim de uma era...
Quem vai agora fazer o Moonwalk?
Só um o fez e fazia como mais ninguém no mundo.
Adeus Neil Armstrong...
segunda-feira, 6 de julho de 2009
De volta para o meu aconchego
Vai reabrir a caça à gargalhada nesta coutada particular, daí a frase: “De volta para o meu aconchego”, quem não se lembra dessa música que nos encantou em tenra idade. “trazendo na mala bastante saudade”, não podia ser mais verdade, podia ter muitas coisas na minha mala das surpresas, dinheiro, saúde, roupa (até masculina), sandes variadas e piadas novas... mas não, resta-me um vasto rol de... saudade. Não aguentei mais e sem nada para dizer resolvi voltar à escrita.
Voltando à música em questão, lembrar-me deste tema remete-me automaticamente para os reis da sonoridade brasileira... não estou a falar de Caetano nem Djavan, nem Chico nem Buarque! Estou a falar dos inimitáveis... Chitaozinho e Chororó!
Quem não se derrete ao som de “No rancho fundo”?
Fica aqui o tema da minha próxima intervenção... quem sabe ainda esta década!
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Magia
Ou mesmo, na casa dos trinta, ser solteiro e ter uma casa só para si?
Não ter que dar satisfações, não ter que se preocupar com horas de chegada ou saída, deixar a Playstation ligada 24 horas sobre 24, jogar ao Pro Evolution Soccer 9 (sim, já tenho) sem sequer ter que interromper para jantar, ouvir a música que se quer e quando se quer, não se preocupar em ter que esconder o comando da TV não vá alguém pegar nele, poder ver a Sport TV 1, 2 e 3 durante horas, ao sábado, porque queremos saber se a equipa de chinquilho do Criciúma Paranaense conseguiu subir à terceira divisão do Nordeste brasileiro, deixar garrafas de Sagres espalhadas pela sala, quarto, casa de banho e hall de entrada, levar amigos e jogar poker até às seis da manhã enquanto se fala das mamas da vizinha do 3º andar, levar amigas todos os dias e deixar os vizinhos doidos por verem sair uma tipa diferente a cada manhã, poder adormecer no sofá com a TV ligada na canal pornográfico (o que depende muito das amigas que se leva), e tantas outras coisas que qualquer homem gostaria de experienciar na sua vida (ando a sofrer de Saramaguite aguda, daí o tamanho desta frase. As minhas desculpas).
É verdade que tudo isto é aliciante, e passa pela cabeça de todo e qualquer macho, independentemente da idade.
Mas meus amigos, eu tenho que alertar-vos para coisas bem mais importantes.
A magia. A magia de se viver com os nossos pais ou mesmo com uma mulher.
Essa magia ninguém mais vos pode dar.
E que magia é essa, perguntam vocês. Será a magia do amor materno, do carinho e apoio paterno?
A magia de viver com uma pessoa que amamos e a quem nos dedicamos? A magia de partilhar um tecto com uma mulher que nos ama?
Não.
A magia simples do dia a dia. Aquela magia que quando vivia com os meus pais acontecia todos os dias e hoje não acontece.
A roupa estava suja, espalhada no chão do quarto, e eu saía de casa. Quando voltava, como por magia, já estava lavada e engomada.
Eu estava a ver televisão ou a jogar computador, e por magia o jantar aparecia na mesa.
E depois, eu voltava para o meu quarto, e a loiça desaparecia da mesa e aparecia prontinha a ser usada de novo.
Eu hoje olho para a minha roupa e ela não aparece lavada nem engomada. A loiça, quando está suja, não aparece limpa. E o pó, o pó, esse monstro aero-transportado que teima em crescer em camadas que nos fazem pensar que o céu é o seu limite.
Antes, existia uma magia.
Tragam-me de volta a magia...
PS - Aquilo das amigas diferentes pode ou não ser verdade...
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
James Bond ou Zé Talochas?
E confirma-se o que já no "Casino Royale" me tinha parecido: Este novo 007 é um lenhador.
Onde está a classe? A subtileza do clássico James Bond?
Para já este animal parece o Stallone nos seus melhores dias. E depois rebenta com tudo. É uma besta.
E os gadgets?! Onde estão os gadgets?! Já não há isqueiros que se transformam em balões de ar quente. O carro que tem metralhadoras dentro dos retrovisores ou que se transforma num satélite ou coisa que o valha. Não, é tudo à bruta.
Ah, e tal, lá vem um bandido com uma espingarda. E julgam que o menino puxa da caneta e a transforma numa caçadeira? Não, limita-se a dar-lhe duas bofetadas na tromba, tira-lhe a arma e mata-o. Assim, sem mais nem menos. O que é isto?! Estamos a ver um filme do Van Damme? É o Rambo MCXX?! Senhores realizadores e argumentistas e não sei o quê, lá por o Flemming ter batido a bota, não vamos agora arruinar uma vida de trabalho. Queriam fazer filmes desses, têm aí muito boa gente a querer trabalhar e a precisar de sequelas nos seus filmes. Façam o Transporter 17, com o Jason Statham, que parece que é senhor para aviar uns quantos à base da porrada. Agora não me venham é destruir o sonho Bondesco.
Eu sei, os filmes do James Bond eram muito, como se costuma dizer, "da tanga". Não pelas engenhocas, mas sim porque não há nenhum homem assim. A comer tanta gaja boa e ainda lhe sobrar tempo para dar conta de uma ou outra organização que quer controlar o mundo. Ah, e este James Bond até aparece despenteado e sujo...
É a gota de água...
A acabarem assim com os grandes clássicos, qualquer dia temos o quê?
O Zé Gato sem bigode e bem vestido?
Vamos lá ter atenção a isso, ok?
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Ciência
Por exemplo, como é que o cérebro do George W. Bush consegue articular-se de forma a falar e respirar ao mesmo tempo, ou até mesmo como é que os Delfins insistem em cá andar.
Mas deixemos estas questões de parte, até porque este blog não é dedicado a situações paranormais.
Foquemo-nos (ou seja, vamos transformar-nos em focas) sim em coisas bem mais relevantes para o dia a dia do comum dos mortais: Mais algum país tem um prato cujo nome é um acto sexual de auto-satisfação?
Sim, falo-vos da Punheta de Bacalhau.
Ora bem, eu nem sei por onde começar... Porquê "Punheta"? Será que é preciso estar sozinho para confeccionar este prato? E sem a ajuda de ninguém?
Ou teremos que estar a olhar para uma revista de cozinha enquanto tratamos do assunto?
E será que depois é preciso esconder a revista debaixo da cama para os nossos pais não a descobrirem? A revista tem que estar peganhenta para ser considerada?
Mas ainda assim, a dúvida que mais me assola no meio de isto tudo é uma só: Pode ficar-se cego ao fazer uma Punheta de Bacalhau?
Tudo isto me incomoda, confesso. Até porque as conversas podem tornar-se desconfortáveis...
Imagine-se:
"Olá Luísa. Ouvi dizer que és perita em pratos de bacalhau."
"É verdade."
"Então e não me queres fazer um prato de bacalhau para eu experimentar?"
"Claro. Qual é que queres?"
"Um qualquer, desde que seja de bacalhau."
"Ah, então faço-te a minha especialidade, Punheta!"
Isto até é agradável de ouvir vindo de uma mulher, e de certa forma ilude a imaginação para uma noite muito bem passada com a tal Luísa, que diga-se, é uma grande maluca.
Agora imagine-se a mesma conversa com a nossa mãe...
Perde toda a piada.